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5 de setembro de 2016

5 on 5


(english bellow)

Projetos, projetos... Só falar o nome que minha anteninha capta e já quer pular dentro. E esse é assim: 5 fotos postadas no quinto de cada mês. Simples, certo? Mais ou menos... O diferencial é contar uma única história usando essas poucas fotos. Desafiador, do jeito que gosto ;)

Ela tem os cachinhos mais lindos do mundo e quem diria que dariam tanto trabalho para cuidar?! Tem dias que parece um ninho e para escovar e desembaraçar demora um bocado.
Esse é nosso banho, nosso ritual, e sei como vou sentir saudades quando ela aprender a cuidar do seu cabelo sozinha ou quando não couber mais na sua banheira que a acompanha desde os seus primeiros dias de vida. É incrível observar as descobertas, a forma como ela sente, percebe e brinca com a água, a água me transforma e sinto que acontece o mesmo com ela. Os cheiros, o sentir da espuma, os sons das risadas e da voz de não tão bebê dela, as brincadeiras... é tudo muito encantador. São tantos detalhes que não gostaria de esquecer...

Aqui mostro apenas 5 fotos de tantas outras que amo. Mas de todas fotos que fiz teve uma que não consegui fotografar e que nem sequer consigo visualizar como ela é, mas que continua ecoando em minha mente. Não é uma simples imagem, é um sentimento quase inatingível.
Tem dias que sinto vontade de abraçar o que me rodeia de tal forma, e que por mais que eu tente fotografar, filmar, gravar qualquer som, nunca será possível obter o que tenho naquele exato momento. Algumas vezes isso me aflige e em outras vejo graça, sinto a graça, e só me basta sorrir e me entregar de coração aberto e de mãos vazias.
Mas desta vez senti falta. Senti o aperto, a saudades, o apego. E o que restou foram essas fotos. Quem sabe no futuro elas sirvam como uma ponte para o sentimento e a lembrança da foto não fui capaz de fazer mas que ainda se mantém viva em mim. Quem sabe com elas eu poça sentir graça...






Para continuar vendo mais outras 5 fotos de outras fotografas espalhadas pelo mundo, siga pelo trabalho da Margaret Albaugh, Spokane lifestyle and documentary photographer.

She has the most beautiful curly hair, so perfect and impossible not to love, but it surely takes ages to brush it. So this is our bath, our ritual and I'm sure I'll miss it badly when she learns how to take care of it alone, or when she doesn't fit anymore in her baby bathtub. It's incredible to observe how she wonders about everything, how she feels and plays with the water, and there are so many things that I don't want to forget... her baby voice, her laughs, her little tiny fingers, her curls.... 

Here are 5 of so many pictures that I love. But of all the photos that I took that day, there's still one more that I couldn't do. A picture that I can't even begin to imagine how it looks, but there are echoes of it on my mind. It is not a simple image. It is a feeling almost unattainable.
Maybe in the future these photos will bring me back the idea of the photo that I have never been able to take, the photo that still remains in my heart.



ps: Jenny, thank you for your help ;)

17 de agosto de 2016

.Eu sinto.

Abri o Lr (meu programa de edição) decidida que hoje teria um post novo no blog com fotos de 2014, fotos que vem me chamando há um tempo e que ignoro.

Vivo entre picos, e acho que funciono assim mesmo, estou em um processo de aceitar que funciono dessa forma ao invés de lutar contra isso e me forçar a ser uma pessoa disciplinada. Vivo o que chamo carinhosamente de "paranóia da produtividade". Edito feito louca, sento na cadeira por horas e só saio quando termino, praticamente sem pausa, sem respiro. E termino. 
Mas quando passo muitos dias assim nessa onda, preciso fugir. Desvio, troco de rota, e por mais que eu tenha uma to do list gigante, ignoro. E na maioria das vezes quando sinto essa explosão de foda-se (desculpa o palavrão), logo em seguida vem a sensação de culpa. E depois, a paranóia da produtividade. Mas que bobeira carregar essa culpa, é melhor aprender a surfar do que tentar nadar contra a correnteza.

Hoje parte do dia será dessa minha fuga. Parando para pensar agora, acho melhor chamar a fuga de retorno.
Nessas horas o que posso fazer de mais produtivo é mergulhar e escutar esses pequenos chamados e simplesmente ir, sem saber muito bem para onde (assim como faço agora). É o chamado para retornar ao que foi algum dia ignorado.

Então abri o Lr, decidida que hoje teria um post novo no blog. As primas na praia. O mar, a água. O tempo que eu não tinha medo de entrar no mar com a câmera. 
Mas na hora que abri o programa eu vi essa foto.

Martina, 1 ano e 1 mês. Abril de 2014.


A barriga, a mão, a pequenês, a recém descoberta que se pode andar, a Sara com seu vestido favorito, a bagunça de casa. Hoje tento decifrar cada pedaço de coisa espalhada pelo chão para me contar a história desse dia. Como era a vida nessa época?
Paro, imagino, sorrio. Pego esse sentimento no colo com o mesmo carinho que pegava a Martina com seu um ano de pequenês.

Depois que esse turbilhão de acalanto passou, vi com tristeza que essa foi uma foto que carreguei na hora o peso do "deveria". 
"Deveria ter enquadrado um pouquinho para baixo para não cortar o pé". E assim, essa foto que AMO entrou para o mar do esquecimento e acabou perdida no hd.

Quantas fotos, lembranças, momentos, memórias, rejeitamos porque abraçamos uma idéia idiota de que "deveríamos"?
Eu amo essa foto do jeito que ela é, amo a história que tem por trás dessa foto! Eu ainda sinto nela o que me motivou fotografar essa cena. Lembro vividamente o que me motivou a pegar a câmera e a fotografar.

É exatamente essa sensação que gostaria muito de sentir a todo momento que fotografo.

Ela vem e vai, e é sempre abençoada quando vem. É uma sensação de conexão, de percepção absoluta, de estar presente.

E como que posso negar tudo isso porque "eu deveria"?


Essa "imperfeição", o descuido do enquadramento, é apenas um retrato que eu senti. Senti tanto a ponto de não importar com o que menos importa - o enquadramento quadrado e perfeitinho, o fotograficamente correto, o disciplinado, o esperado, o milimetricamente pensado, o raciocinado.


Talvez seja hora de também aprender a aceitar os meus enquadramentos "errados".
Talvez eles venham junto no pacote da intensidade rsrs.
Acho que é hora de aceitar que mais importante do que "eu deveria" (e de tentar ter o controle!) é agradecer e perceber que o que sinto é tão intenso - e suficiente - que não é necessário pensar.
Por mais imperfeito que seja, eu sinto. E no fundo nada mais importa.


22 de julho de 2016

Sobre o bloqueio e a liberdade

Será que é como andar de bicicleta?
Estou tão sumida daqui que nem sei mais se consigo fazer um post. Quem sabe esse ajuda a desbloquear.

Parece que de uns tempos para cá as palavras foram tirar férias e se esqueceram de me levar junto. Danadas! 
Muito trabalho, não posso reclamar! A eterna dúvida do que trazer aqui primeiro. Realmente queria conseguir parar o tempo para colocar o blog em dia. E quando paro me vejo escondendo as desculpas entre os bolsos, o tal do "depois", "amanhã vou postar", ou pior, "semana que vem".
Os dias passam tão rápido e os finais de semana se emendam e tenho a sensação que o natal já é mês que vem. Quanto mais entro na paranóia da produtividade mais eu travo e ando em círculos. Começo-termino-entrego-começo-termino-entrego.... 

PÁRA!

Isso que falei acima é uma meia verdade disfarçada. É mais uma desculpa que tirei da manga para esconder outras. A verdade é que postar, divulgar, gritar para o muno "ei, olhe para mim!" muitas vezes me enjoa, vira uma obrigação, uma luta, e perde a graça. Estou postando para quê? Estou postando para quem? Quem é você que está lendo isso? Quem é você que lê e que finge que não lê? Quem é você que lê e que ressoa com isso que estou falando mas que tem vergonha de gritar também? Quem é você que quer comentar e fica quieto? Fala comigo! Grita também!!
Me perco nos meus questionamentos ou melhor, prefiro não me perder neles, opto por cair no fluxo de editar e entregar sem fim. O verdadeiro propósito de postar - de compartilhar, de se expressar  - se perdeu, para quê continuar?
O silêncio, a ausência também são libertadores!
Ausência da internet hoje em dia, do facebook,  o que é isso??!!
Mas daí você se cala, se afasta, respira.... e vem a culpa e entra no jogo: você tem que postar, você tem que se divulgar, você tem que conseguir clientes, você tem que se vender, você tem, você tem, você tem.

Você tem que nada!

Junto com essa máquina de produção cresce um vazio que me consome, as perguntas que não quero olhar, as obrigações, o prestar contas. Vou enrijecendo, vou envelhecendo.
Para me enganar de tudo isso que acontece, perco tempo com besteiras que me fazem me perder de mim mesma, olho para os lados e não para dentro. E não quero assumir que faço isso, afinal, que feio né? Que fraqueza! Como posso assumir ao mundo que sou humana?
Então vou postar coisas bonitas. Que incrível! Que fácil é se esconder! Eu me escondo atrás da minha fotografia! Ou será que ela é um reflexo da paz que não vivo mas que quero alcançar?

Mas quer saber? Por que as pessoas não falam sobre isso? Por que não olham para seus vazios? Não expõem?
Medo?
Pois estou cansada de ter medo e consequentemente buscar ser igual a todo mundo, buscar mostrar uma casca que não é minha, me conter para não me manchar, e no fim acabar por seguir os passos que não são meus. Tenho medo de publicar isso e mostrar quem sou, o que penso - de verdade! Provavelmente vou me arrepender de postar isso, vou parecer uma louca, que vergonha, o que vão achar.... vão julgar, sempre julgam, ninguém sai impune.
Então sou louca!!
É por esse motivo que mudei de nome - para mudar - para renascer e recriar - para começar de novo de um jeito diferente que ainda não sei qual é - para marcar como uma tatuagem a vontade de mudança que eu tanto reprimo!
Cansei de fazer o que é esperado. Acho que essa Zanarotti é uma maluca mesmo, e que maluca seja!!
Pronto! As palavras voltaram de férias! Que saudades de vocês!

Tanto falo sobre ser criança, sobre a infância, o espontâneo, aahhh o espontâneo. É a parte que falta EM TODOS!
E quando as pessoas conseguem alcançar o espontâneo em si, quando conseguem se soltar, é realmente libertador!!
É lindo!! É a beleza que trasborda porque vem do fundo da alma!

Quando foi que nós todos nos esquecemos de brincar? Quando foi que começamos a levar a vida tão a sério?
A nos levar tão a sério?

Tem horas que tudo que quero é não fazer sentido. É me libertar de quem sou, da foto que faço, dos meus conceitos pré definidos, do que acho que é correto e aceito, de escrever os textos rasos que escrevo. Me libertar de quem eu acho que eu devo ser, do que acho que devo falar ou postar. De me impor um comportamento porque não será aceito, os amiguinhos se comportam portanto tenho que seguir o rebanho.

cansei-de-tentar-fazer-sentido

E precisa? Quem disse que precisa? Quando foi mesmo que comecei a acreditar nisso?
Que loucura tudo isso!

Surge aquela vozinha baixa, um sussurro que impulsiona e vira grito.
Você já sentiu algo similar em algum momento, eu sei que já sentiu. Quando foi? Você se lembra dessa sensação?

Se lembra do momento em que começou a acreditar que não, não era impossível, que era apenas limitação da sua cabeça? De fato você é capaz de se equilibrar em duas rodas e aprender a flutuar entre o ar e o chão - é possível sim!
Eu sei que você já sentiu isso em muitos outros momentos da sua vida, várias vezes! E por que você foge disso?
Quando foi a última vez que você sentiu a vida acontecer?
Por favor não me fale que você não se lembra, meu coração se parte só de cogitar.

Eu sei que pareço uma louca, ainda bem hahaha
Quero mergulhar nesse espaço - e de lá não saber o que esperar. 
Quero ser que nem as minhas palavras que fogem de mim sem me levar junto.
Quero chutar para bem longe os meus bloqueios, as minhas vergonhas, o politicamente correto, a minha imagem como se fosse algo absolutamente precioso que preciso manter intacto e escondido.
Quero ser criança e ter a liberdade de me construir da forma que eu quiser, desmontar como uma torre de blocos e rir, e depois construir tudo novamente.
Hoje sou isso, amanhã provavelmente serei um pouco disso e outra coisa. Ou não! O que importa?
Talvez amanhã eu volte "ao meu normal" - e que triste será se eu me conformar a ser somente isso.


Quero pedalar por pedalar. E sentir o vento.


A vida puxa, a vida exige, a gente se exige.
E até que ponto vale a pena viver desse jeito insano que a gente julga ser "o correto"? Existe tal coisa?
Se não posso falar sobre tudo isso, qual é o propósito de postar qualquer outra coisa?

Às vezes tudo que preciso é de um pouquinho de honestidade consigo, por mais louco que você se mostre para o mundo.

---

Juju meu amor, obrigada por querer aprender a andar de bicicleta em uma hora tão inusitada!
30 de dezembro de 2015, 22:06
















"All work and no play makes Jack a dull boy"

28 de dezembro de 2015

Fotos no papel, projeto 2016!


Essa foto vai completar um ano daqui alguns dias e essa deve ser a 3a vez que vejo ela.
É simples, é real, quando vejo consigo me trasnportar para esse dia, como se fosse ontem, sinto até o cheiro dos pinheiros. Mas porque raios me esqueci dela? E quantas outras fotos como essa não estão por aí perdidas nos meus hd's tomando poeira digital?

Essa é uma culpa que sinto e carrego pela vida, dou pouca atenção e deixo as minhas fotos pessoais de lado. Consigo contar nos dedos de uma só mão o número de álbuns que tenho em casa, é até ridículo! Enquanto isso fico vendendo a idéia de imprimir fotos e fazer álbuns para meus clientes. Falo porque acredito verdadeiramente na importância de ter as fotos físicas para segurarmos com as mão e tê-las sempre ao nosso alcance. Mas chegou a hora de acabar com essa hipocrisia e cuidar um pouco da minha horta.

Nem pretendia vir aqui no blog para falar disso e venho quase como forma de manifesto para eu não me esquecer, para puxar a orelha mesmo, para eu olhar para essa realidade que eu criei para mim mesma e quem sabe ajudar e incentivar alguém que vive o mesmo drama. Chegou a hora de tomar vergonha na cara e quebrar esse ciclo vicioso.
É muito cômodo eu me apegar a desculpinha esfarrapada de que não tenho tempo (fato!) e que já passo boa parte do tempo no computador editando fotos para clientes e que se tivesse que passar mais tempo me dedicando as minhas fotos passaria o dia no computador e não teria mais vida.
Na boa, vai te catar Caroline! Já perdi as contas de quantas vezes falei e repeti isso como se fosse um mantra para me tranquilizar da triste realidade da tal "falta de tempo" que criei para mim, enquanto tenho 4 álbuns com fotos de verdade na minha casa. Para ser sincera, tenho 1 álbum com foto de verdade de 2007 e mais 3 álbuns diagramados.
Para ser bem mais sincera mesmo, tenho muitos álbuns com fotos de verdade com fotos de 1980 e bolinha à 2006, que foi até a época que fotografei com filme. Então esses álbuns não estão entrando na conta, nada de tratar foto, e também era em uma época em que a fotografia era só um hobbie.
Só para dar gravidade ao fato, estou falando de quase 9 anos de fotos digitais praticamente intocadas. Quando paro para pensar assim tenho vontade de chorar. Mas calma...
No fim é tudo questão de prioridade e de se organizar, o resto é mimimi pós-contemporâneo que passamos de fato a acreditar que não temos tempo, sendo que gastamos boa parte desse pouco tempo que temos fazendo sei lá o quê na internet e no fim do dia mal lembramos o que fizemos.

Então meu projeto #1 para o ano que vem já começou! Vou botar ordem nesse galinheiro e imprimir logo essas fotos e provar que o tempo é a gente faz, é só querer!


Um pouco do meu processo para quem interessar:

Para não me sobrecarregar e me sentir que nem a Tristeza do Divertidamente e desistir logo na primeira meia hora, resolvi que vou trabalhar de trás para frente. É muito mais fácil tratar foto do que aconteceu agora do que fotos do remoto setembro de 2008. Meu objetivo é cuidar primeiro das fotos de 2015 e deixar as fotos dos outros anos para depois. Quando? Não sei, mas será em breve. Se conseguir incluir só umas 2-3 horinhas por semana para me dedicar a isso, em um mês já consigo tratar todas as fotos de 2015 e depois vou para os outros anos e vou cuidando aos poucos sem pressão mesmo que demore 3 meses ou mais para cada ano.
O primeiro passo foi (e será) selecionar quais fotos são as favoritas. Uma sentada, algumas horas e alguns cafés, das 4200 poucas fotos com a câmera restaram 1055 queridinhas. E não, não vou tratar todas, essa foi a primeira seleção, ainda vou peneirar mais e tratar só o que for imprimir mesmo.
Para quem questiona como e onde faço isso, uso as collections do Lightroom (software que uso para edição). Depois que descobri como usar essas tais collections mudou a minha vida, sério! Consigo me organizar de uma forma muito melhor, sendo para trabalhos ou fotos pessoais, crio quantas pastas (coleções) virtuais quanto quiser, nada de foto duplicada ou foto ocupando espaço. Aliás o Lr é foda!  Olha só como fica:


Aqui já estão as fotos favoritas que separei de cada mês e enquanto for tratando vou colocá-las com o simples toque da tecla B na última pasta "para imprimir".  Está vendo esse + ao lado da pasta? Uma vez que você define qualquer coleção como "target collection", o + aparece e o a tecla B põe e tira qualquer foto dessa coleção. Depois que aprendi isso comecei a me organizar só dessa forma para tudo!




E depois é simples, é só imprimir. Ainda não sei muito bem o que fazer com as fotos mas dificilmente farei um álbum diagramado, os que normalmente faço para clientes. Provavelmente se for fazer algum diagramado será de alguma situação ao estilo "mini-ensaios de 5 minutos", farei em um mini álbum bem pequeno como se fosse um livro para as crianças mesmo. Já tenho um aqui que amo, outro dia quando aumentar a coleção eu mostro.

Já pensei também em colocar naquele bom e velho álbum de saquinho plástico mas gostaria de um álbum grande e o que vi por ai não gostei, preciso pesquisar melhor algumas opções. Alguém conhece algum lugar legal onde venda esses álbuns com opções de tamanhos diferentes e capas sem muito frufru?

Por enquanto a idéia que estou mais propensa a fazer é o que já tenho feito nos últimos meses, colocar as fotos em uma caixa. Fica tudo junto e misturado e no momento não estou me incomodando com essa baguncinha boa. Gosto da idéia de quando for procurar alguma foto, vou acabar espalhando as fotos todas pela mesa e vou me perder em várias lembranças. Acho que prefiro assim do que ter as memórias construídas em uma linearidade.
Caso eu queria saber a data exata, como já renomeio cada foto incluindo a dia que foi tirada, consigo saber. O nome do arquivo aparece no verso da foto então consigo saber exatamente o dia.
Por exemplo, essa foto de cima se chama 20150108_cr_020.CR2, então é a foto 20 do dia 08/01/2015, a data está de trás para frente. Depois que você se acostuma esse palavrão de números ajuda muito na hora de se organizar. Se alguém quiser saber algumas dicas de organização, dá um alô que posso fazer um post mais para frente.



minha caixa querida e amada! quando estiver pronta, muito em breve (só para não perder o otimismo), faço uma foto mais bonitinha com a câmera.


o verso da foto.
 20131231 = dia 31/12/2013, conseguiu entender a lógica?




Enfiiim, daqui um tempo como vou estar com esse projeto super encaminhado (não é mesmo?! hehe) volto para contar o que resolvi fazer, se foi caixa mesmo, se foi álbum, se consegui tratar fotos dos últimos 4 anos ao longo de 2016, já pensou que incrível!!!
Mas no fim não importa o que raios vou fazer com essas fotos e onde vou guardar, desde que eu as tire desse computador e as transforme em papel!!! O melhor back up é no papel, não tem jeito!

E para terminar fui pesquisar no meu insta pessoal, que está abandonado tadinho (aliás, me deu uma saudades!!) e encontrei essa foto de uns 2 anos:




Viu?! Esse lance de fotos impressas e a minha culpa por não imprimir nunca sai de moda rsrs. Mas espero mesmo que em 2016 esse assunto fique obsoleto!

Bom, como provavelmente não volto mais aqui até ano que vem, um ótimo 2016 para você!
Que seja um ano menos conectado com essa virtualidade que vivemos hoje em dia, e mais em conexão com alma e as coisas simples da vida. Com mais pé no chão e contato com a natureza, com mais tempo e brincadeiras com as crianças. Com encontros com direito à abraços apertados e risadas. Com livros e cadernos e menos telas. Com muitas lembranças boas e muitas fotos - no papel - claro ;)


24 de dezembro de 2015

15 de dezembro de 2015

pausa para a pipoca

Na hora que você percebe que faltam 15 dias para acabar o ano, 10 dias para o natal, o tal do desespero bate à porta. Quando você percebe que a cada dia que passa a lista de tarefas dobra com as coisas para fazer e resolver antes do fim do ano,  e que as horas parecem voar mais rápido que um foguete, sim, é chegada a hora! A hora da pausa para a pipoca ;)







Servido? ;)